
Título: O direito dos povos
Autor: John Rawls
Sinopse: Este livro é composto por duas partes: o ensaio "A idéia de razão pública revista" e "O Direito dos Povos". "A idéia de razão pública revista" é a descrição mais detalhada feita por Rawls de como uma democracia constitucional moderna, baseada em uma concepção política liberal, poderia e seria vista como legítima por cidadãos razoáveis que, em fundamentos religiosos, filosóficos ou morais, não aceitam uma doutrina abrangente liberal -como a de Kant, Mill ou do próprio Rawls, a "justiça como eqüidade", apresentada em Uma teoria da justiça. (1971). "O Direito dos Povos" estende a idéia de um contrato social a Sociedade dos Povos, e lança os princípios gerais que podem e devem ser aceitos por sociedades liberais e não-liberais, como padrão para regulamentar a conduta recíproca. Em particular, traça uma distinção crucial entre direitos humanos básicos e os direitos de cada cidadão de uma democracia constitucional liberal. Explora os termos sob os quais tal sociedade pode adequadamente guerrear contra uma "sociedade fora da lei", e discute os fundamentos morais para prestar assistência a sociedades não-liberais oneradas por condições políticas e econômicas desfavoráveis.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O direito dos povos”, de John Rawls, publicado pela editora Martins Fontes, em 2001 e com 260 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 260
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
