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O discurso filosófico da modernidade

Título: O discurso filosófico da modernidade

Autor: Jürgen Habermas

Sinopse: Nesta obra, o autor procura reconstruir passo a passo o discurso filosófico da modernidade, tomando como ponto de partida a perspectiva proposta pela crítica neoestruturalista da razão. "Modernidade - um projeto inacabado" era o título de um discurso que pronunciei e setembro de 1980, quando recebi o Prêmio Adorno. Esse tema, controvertido e multifacetado, não mais me deixou. Seus aspectos filosóficos têm penetrado mais fortemente na consciência pública, na estreia da recepção do neoestruturalismo francês - assim como o "pós-modernidade", na sequência de uma publicação de F. Lyotard. O desafio proposto pela crítica neoestruturalista da razão constitui, assim, a perspectiva a partir da qual procuro reconstruir passo a passo o discurso filosófico da modernidade. Nesse discurso a modernidade foi elevada, desde os fins do séc. XVIII, a tema .

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O discurso filosófico da modernidade”, de Jürgen Habermas, publicado pela editora Martins Fontes, em 2002 e com 534 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Martins Fontes

Páginas: 534

Ano: 2002

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8533612621

ISBN13: 9788533612624

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Jurgen Habermas conduz a um mergulho denso e rigoroso na interseção entre comunicação, racionalidade e sociedade. A prosa é geralmente densa e conceitual, exigindo atenção cuidadosa para acompanhar suas análises detalhadas sobre a relação entre ação comunicativa e estruturas sociais. O ritmo varia entre passagens mais teóricas e momentos em que o autor discute questões políticas e éticas concretas, criando uma tensão entre reflexão abstrata e implicações práticas. O foco está na construção de argumentos que problematizam a modernidade, a democracia e os processos de legitimação social, frequentemente explorando tensões entre ciência, religião e política. Essa experiência de leitura deixa o leitor diante de perguntas sobre como a comunicação pode fundamentar a racionalidade social e quais são os desafios para a democracia em contextos contemporâneos. Em meio à complexidade, os livros de Jurgen Habermas convidam a um diálogo crítico, sem abrir mão da profundidade analítica.

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    Sobre a editora

    A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.

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