
Título: O domínio da violência
Autor: Marcelo Nunes
Sinopse: O que é a violência? Para o filósofo alemão Eric Weil, ela é o oposto da razão. A partir dessa premissa, Marcelo Nunes narra a história de uma família que se vê dividida entre agir eticamente ou deixar-se levar pelo ódio. Aqui, um jovem de classe alta comete um homicídio – um crime de transfobia. Como resultado de seu ato, sua família se esfacela. Sua mãe, igualmente preconceituosa, o apoia; seu pai o condena, porém não é livre de pecados; a filha mais nova é a única que verdadeiramente se recusa a viver no domínio da violência – seja a violência em atos concretos, no discurso ou na omissão. O domínio da violência é um livro atual, nesta época em que a extrema direita no Brasil e no mundo já não teme expor os seus discursos - e atos - de ódio.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O domínio da violência”, de Marcelo Nunes, publicado pela editora Editora Nauta, em 2024 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Nauta
Páginas: 120
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9786583074010
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Nauta convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram a complexidade humana em ambientes que vão do isolamento selvagem a contextos históricos e sociais densos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom introspectivo, que ora flerta com o fantástico e o existencial, ora mergulha em relatos que resgatam memórias e verdades ocultas, especialmente em cenários brasileiros. O catálogo apresenta obras que equilibram uma prosa elaborada e poética com temas que desafiam a linearidade tradicional, incluindo contos e romances que abordam desde dilemas individuais até questões coletivas, com destaque para personagens multifacetados e conflitos internos profundos. A diversidade editorial se manifesta também na presença de vozes que trazem perspectivas de diferentes regiões do país e abordagens que variam entre o mais narrativo e o mais reflexivo, sempre com uma linguagem que privilegia a sensibilidade e a densidade temática.
