
Título: O Drama da ambiguidade
Autor: Marcelo da Silva Norberto
Sinopse: Ao não escrever o prometido tratado de ética, ao alijar do seu corpo teórico uma moral prescritiva, Sartre o faz em respeito a uma concepção de liberdade sem precedentes na filosofia. E essa liberdade está em consonância com uma transformação da noção de sujeito, ao declinar, por exemplo, noções como identidade, autonomia ou deliberação. Para além de uma gratuidade fortuita e aquém de uma prescrição imperativa, suportar uma experiência de indeterminação fundante será, simultaneamente, obrigar o pensamento a refletir sobre o acontecimento humano e sua respectiva demanda moral sob novos paradigmas. Nesse apontar para um novo começo nos estudos sobre ética, Sartre se traveste de esfinge e lança o clássico desafio ao leitor: decifra-me ou devoro-te.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “O Drama da ambiguidade”, de Marcelo da Silva Norberto, publicado pela editora Edições Loyola, em 2017 e com 280 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 280
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 851504451X
ISBN13: 9788515044511
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,281
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
