
Título: O Espelho do Homem Morto
Autor: Agatha Christie
Sinopse: Suicídio... ou assassinato? Quando Hercule Poirot recebe uma mensagem de Sir Gervase Chevenix-Gore convocando-o a ir à propriedade da abastada família, o detetive reluta. No entanto, algo o intriga, e ele toma um trem para fazer a visita. Lá chegando, Poirot conhece Vanda, a esposa de Chevenix-Gore – uma mulher excêntrica que acredita ser a reencarnação de uma rainha egípcia –, sua filha adotiva Ruth e seu primo Hugo, e a srta. Lingard, a secretária. Sir Gervase, sempre pontual, está desaparecido. Poirot e os demais o encontram morto em seu escritório – aparentemente foi um suicídio. Mas Poirot desconfia de várias evidências, incluindo a forma como a bala mortífera atingiu um espelho. Publicado em 1937, este conto traz o capitão Hastings, grande amigo de Poirot, e o inspetor Japp – personagens inspirados nas histórias de Sherlock Holmes, escritas por Arthur Conan Doyle.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Espelho do Homem Morto”, de Agatha Christie, publicado pela editora L&PM Pocket, em 2025 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: L&PM Pocket
Páginas: 96
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6556665487
ISBN13: 9786556665481
Sobre a editora
Os livros da editora L&PM Pocket apresentam uma leitura que transita entre o íntimo e o universal, explorando desde a complexidade das relações humanas até reflexões históricas e filosóficas. O catálogo reúne narrativas que variam do suspense policial clássico ao lirismo poético e à crueza da experiência humana, frequentemente com foco em personagens femininas ou figuras marcantes em contextos sociais e culturais diversos. A linguagem pode ser delicada e musical, como nos relatos eróticos, ou direta e tensa, como nas investigações de mistério. Há obras que convidam à imersão em ambientes históricos, enquanto outras se debruçam sobre dilemas éticos e existenciais, com ritmo ora contemplativo, ora ágil.
