
Título: O Espelho Secreto
Autor: Mary Jo Putney
Sinopse: Na Inglaterra do século XIX, a magia pode mudar a história Lady Victoria Mansfield, Tory, tem por destino uma vida encantadora e uma gama de pretendentes à sua altura. Até que uma assustadora descoberta ameaça arruinar sua vida e denegrir o nome de sua família para sempre: seu sangue está contaminado... por magia. Quando um terrível acidente obriga Tory a revelar seus poderes mágicos, ela é imediatamente exilada para um reformatório para jovens que carregam o terrível dom da magia. O maior desejo da garota é ser curada, voltar para casa e, talvez, recuperar um pouco de sua vida despedaçada. Em vez disso, porém, a curiosidade e a atração pela magia levam a jovem a se unir a alunos rebeldes, que resolveram usar seus poderes mágicos para proteger a Inglaterra. Ao participar dos estudos secretos do grupo, ela descobre a dimensão de seus poderes e se vê atraída pelo charmoso e enigmático marquês de Allarde. Embora ela possa ver o desejo em seus olhos, um aterrorizante segredo o mantém sempre à distância. Será possível que a escolha de Tory consiga aproximá-la de Allarde, a despeito de tudo que se interpõe entre eles?
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Espelho Secreto”, de Mary Jo Putney, publicado pela editora Bertrand Brasil, em 2017 e com 308 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 308
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8528617823
ISBN13: 9788528617825
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,360
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora BERTRAND BRASIL apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas intensas e reflexões aprofundadas, transitando entre o romance histórico, o thriller psicológico e o ensaio crítico. O catálogo sugere um interesse por personagens complexos, como jovens mulheres em processos de autodescoberta, figuras históricas envoltas em conflitos políticos e sociais, além de histórias urbanas marcadas por tensões cotidianas. A linguagem varia do poético ao direto, com textos que exploram tanto o drama íntimo quanto o panorama amplo de questões sociais e culturais.
