
Título: O esquecimento de uma arte
Autor: Lyra Edgar
Sinopse: A hipótese que origina o livro é a de que a Retórica de Aristóteles, relida fenomenologicamente, pode nos ajudar no enfrentamento dos desafios político-pedagógicos deste século 21. Um mantra perpassa o texto: “todo discurso é discurso sobre certo assunto, dirigido a determinado público, em dada circunstância e por determinado orador, capaz de mobilizar certo repertório para a consumação de certos propósitos”. Responde pelo “esquecimento” enfatizado no título sobretudo a histórica identificação dos propósitos retóricos com o exercício da persuasão. Redescoberto o papel essencial do discurso na estruturação da existência cotidiana, a retórica multiplica decisivamente seus fins. Reconfigura-se como arte da produção convincente de sentido, sendo nesse sentido que pode nos ajudar na lida com a tagarelice em rede que assola o atual espaço público de discussão.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “O esquecimento de uma arte”, de Lyra Edgar, publicado pela editora Edições 70, em 2021 e com 222 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições 70
Páginas: 222
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586618320
ISBN13: 9786586618327
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
