
Título: O Estado e a Revolução
Autor: V. I. Lenin
Sinopse: Este livro, obra capital do marxismo, escrito em 1917, nega a viabilidade do controle revolucionário do poder pela burguesia e suscita o problema da transformação do partido, do papel do proletariado na revolução e da tomada do poder pelas classes trabalhadoras, reestabelecendo assim, a teoria de Marx e Engels sobre o Estado e o papel da ditadura do proletariado na revolução socialista. A tradução da obra é de Aristides Lobo – militante trotskista que esteve ao lado de nomes como Mário Pedrosa, Patrícia Galvão (Pagu) e Herminio Sachetta – e a apresentação é de Florestan Fernandes, representando aqui uma longa tradição militante e divulgadora das obras de Lenin. Contém também um ensaio de José Paulo Netto como anexo, onde se discute a questão do Estado e da transição socialista do ponto de vista leniniano. Acabamento: Brochura. Peso: 213g. Dimensões: 3 x 21 x 14.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “O Estado e a Revolução”, de V. I. Lenin, publicado pela editora Expressao Popular, em 2021 e com 184 páginas, integra a categoria Sociologia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Expressao Popular
Páginas: 184
Ano: 2021
Edição: 3ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9786558910312
Sobre a editora
Os livros da editora Expressão Popular costumam oferecer uma leitura densa e crítica, que mescla política, história e teoria social com uma linguagem acessível e didática. O catálogo privilegia narrativas que exploram a militância, as lutas sociais e o pensamento marxista, muitas vezes apresentando análises históricas detalhadas e debates sobre o papel das classes trabalhadoras, movimentos populares e a educação. A experiência de leitura envolve tanto textos biográficos e históricos quanto reflexões teóricas que dialogam com os desafios contemporâneos, sempre com um tom engajado e comprometido. A diversidade do catálogo pode ser percebida na coexistência de obras mais narrativas, como relatos de militantes e biografias, e outras mais informativas e analíticas, como estudos sobre imperialismo, educação e economia política.
