
Título: O eterno agora: Ensaios
Autor: Antonio Cicero
Sinopse: Escritos por um dos principais poetas e filósofos brasileiros, os sete ensaios reunidos neste volume abordam os primeiros registros da palavra escrita e seguem até o debate sobre o pós-humano. “Qual a diferença entre a obra do poeta Antonio Cicero e os ensaios aqui reunidos?”, pergunta Adauto Novaes na orelha deste volume. E responde: “Sua poesia guarda um rigoroso espírito de análise; seus ensaios expressam um excitante sentido literário. Poesia e pensamento abstrato ― esses dois estados do espírito ― viajam juntos, sempre em diálogo entre uma forma de criação e outra.” Escritos entre 2005 e 2020 a convite do próprio Adauto Novaes, a quem o livro é dedicado, os ensaios incluídos nesta edição tratam de temas tão variados quanto a literatura, a poesia, os direitos humanos e as ameaças engendradas pela tecnologia. Em análises literárias, poéticas, filosóficas e políticas, Antonio Cicero nos convida a refletir sobre presente, passado e futuro. Este volume mostra o pensamento engenhoso, erudito e perspicaz de um dos poetas, letristas e pensadores mais extraordinários do país.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “O eterno agora: Ensaios”, de Antonio Cicero, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2024 e com 200 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 200
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535938885
ISBN13: 9788535938883
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
