
Título: O eterno marido
Autor: Fiódor Dostoiévski
Sinopse: Publicada em 1869 e escrita entre os conhecidos romances de Dostoiévski, O idiota e Os demônios, esta obra é uma batalha psicológica intrigante e envolvente entre dois homens de meia-idade. Um (Aleksei Ivánovitch Veltchanínov) é amante da falecida esposa (Natália Vassílievna) do outro (Pável Pávlovitch Trussótski). Ou seja: Natália era esposa de Pável, mas também amante de Aleksei. E tem uma filha (Liza). De quem? Uma história trágica, triste e às vezes engraçada. Engraçada pela incapacidade das pessoas de mudar. Não existe outro escritor que consegue sondar as profundezas de uma consciência culpada melhor do que Fiódor Dostoiévski.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O eterno marido”, de Fiódor Dostoiévski, publicado pela editora Principis, em 2021 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Principis
Páginas: 176
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6555521953
ISBN13: 9786555521955
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 22,60
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Principis convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre o universo clássico e reflexões profundas sobre a condição humana. O catálogo traz histórias que combinam o lirismo da literatura infantojuvenil com a densidade de textos religiosos e filosóficos, oferecendo experiências de leitura que vão do encantamento à análise crítica. O tom das obras varia entre o intimista e o investigativo, com personagens que enfrentam dilemas pessoais, sociais ou espirituais em cenários que vão do interior rural ao mundo urbano e histórico. A linguagem é acessível, mas não simplista, privilegiando o desenvolvimento gradual dos conflitos e das emoções. Assim, o leitor encontra tanto aventuras que exploram a fantasia e o crescimento pessoal quanto obras que demandam uma leitura mais contemplativa e analítica.
