
Título: O evangelho segundo a serpente
Autor: Faíza Hayat
Sinopse: (sinopse copiada do site da WOOK) Um estranho desaparecimento. Um mundo de aventura e mistério. Uma revelação. Um jovem filólogo brasileiro, Marcelo Habda, especializado em copta, desaparece no Egipto. Deixa atrás de si um caderno de apontamentos com misteriosas anotações: "São citações dispersas, delirantes algumas, inquietantes no conjunto, escritas em copta. Não sei se adiantam alguma pista. Adiantaram uma novidade sobre o meu amigo carioca: uma insistência e uma erudição - uma perturbação - na teologia gnóstica, a partir de textos do cristianismo primitivo que encerram muitas das coisas que posteriormente foram perseguidas como heresia". A autora tenta seguir-lhe o rasto. O que descobre é mais do que um segredo - é uma outra visão do mundo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O evangelho segundo a serpente”, de Faíza Hayat, publicado pela editora Língua Geral, em 2006 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Língua Geral
Páginas: 144
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8560160027
ISBN13: 9788560160020
Sobre a editora
Os livros da editora Lingua Geral oferecem uma experiência de leitura marcada por uma combinação entre crítica social e experimentação linguística, frequentemente atravessada por humor e lirismo. As narrativas transitam entre o realismo e o fantástico, com contos que exploram tensões sociais por meio de uma linguagem que valoriza ritmo e sonoridade. O catálogo também inclui obras que dialogam com a história da língua portuguesa e retratos de personagens em contextos culturais diversos, do Brasil à África, com olhares que mesclam o íntimo e o coletivo. Há espaço para textos que abordam desde a poesia da vida cotidiana até romances que exploram identidades e relações afetivas, sempre com um tom que pode ser tanto melancólico quanto irônico.
