
Título: O Fantasma da Alameda Santos
Autor: João Carlos Marinho
Sinopse: O Pancho deu o aviso. Desde cedinho ele olhava para o céu e latia de maneira estranha – um presságio, algo de ruim aconteceria em breve. Trata-se de mais uma missão para Gordo e seus amigos, que, desta vez, precisarão desvendar um mistério do além. Dessa vez, Gordo se muda para um casarão na Alameda Santos, e descobre que Marta, uma jovem que morava ali, morreu misteriosamente. Agora, o fantasma da garota está preso em seu quarto, e a turma do gordo se engaja para descobrir a verdadeira história por trás desse assassinato. Criativamente ilustrada por Mauricio Negro, O Fantasma da Alameda Santos é a 13ª história da turma. Nesta obra, João Carlos Marinho se mostra um autor atemporal e, mais uma vez, justifica o porquê de suas obras encantarem tantas gerações. Ainda sob o seu estilo de escrita único, apresenta o cotidiano atual dos pré-adolescentes, com uso das novas tecnologias por meio de smartphones e redes sociais.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Fantasma da Alameda Santos”, de João Carlos Marinho, publicado pela editora Global Editora, em 2015 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 96
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526021915
ISBN13: 9788526021914
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
