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O Fantasma da Máquina

Título: O Fantasma da Máquina

Autor: Arthur Koestler

Sinopse: Tem-se comparado a evolução com um labirinto de becos sem saída, e não, é nada estranha nem improvável a suposição de que a estrutura mental originária do homem, embora superior à de qualquer outra espécie viva, se ressinta de um erro intrínseco ou deficiência que o predispõe para a autodestruição. Investigar as causas dessa deficiência é tarefa que começou com o Livro do Gênese e desde então se faz sem solução de continuidade. Cada idade oferece um diagnóstico, desde a doutrina da queda do homem até a hipótese do instinto de morte. Embora as respostas sejam inconclusivas, vale a pena apresentar as perguntas. Estas têm sido formuladas na terminologia específica de cada época e de cada cultura, e assim é inevitável que nos nossos dias sejam expressas na linguagem da ciência. Mas acontece que, embora pareça paradoxal, a ciência de tal maneira se atordoou, no curso do século passado, com as suas próprias conquistas, que se esqueceu de fazer as perguntas adequadas, ou recusou-se a fazê-las sob o pretexto de não terem sentido e, de qualquer modo, não interessarem ao cientista.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Fantasma da Máquina”, de Arthur Koestler, publicado pela editora Zahar, em 1969 e com 424 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Zahar

Páginas: 424

Ano: 1969

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Arthur Koestler revela um mergulho intenso em dilemas morais e históricos, com uma prosa que equilibra rigor intelectual e tensão dramática. Seus textos frequentemente exploram conflitos internos profundos, especialmente em contextos de revolução e poder, onde personagens enfrentam escolhas que desafiam a ética pessoal e coletiva. O ritmo varia entre momentos de reflexão densa e cenas carregadas de suspense psicológico, criando uma experiência que prende tanto pela ideia quanto pela emoção. A narrativa costuma se apoiar em figuras históricas ou em cenários políticos complexos, convidando o leitor a questionar as consequências das ações humanas e o preço da utopia. Em meio a essa densidade, há uma clareza que torna acessível o debate sobre temas como justiça, verdade e traição, características que marcam os livros de Arthur Koestler.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.

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