
Título: O FANTASMA DO CIRCO
Autor: VERÔNICA TAMAOKI
Sinopse: Não há dúvida de que este livro relata muito de como se vive no e o circo, ainda cercado de muitos mistérios. Mas, principalmente informa momentos da história do circo no Brasil, através de importantes personagens circenses que a construíram e que se farão conhecer ao leitor em geral, mas com toda certeza, a muitos circenses que desconhecem boa parte da história aqui contada. O Fantasma do Circo não é propriamente uma narrativa de memórias, uma biografia, um romance histórico. Ao contrário, reúne todos esses estilos, dispersos em suas páginas, com objetivo de conduzir o leitor, com honestidade, a espiar o que vai pela coxia do circo e a difícil sobrevivência de seus artistas. É instigante acompanhar Tamaoki em sua aventura, uma verdadeira declaração de amor ao circo, com toda a sinceridade e entrega que a arte pede.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O FANTASMA DO CIRCO”, de VERÔNICA TAMAOKI, publicado pela editora MASSAO OHNO, em 2000 e com 179 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: MASSAO OHNO
Páginas: 179
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Massao Ohno apresentam uma experiência de leitura marcada pela poesia em suas múltiplas facetas, do místico ao concreto, do lírico ao filosófico. A linguagem costuma ser densa, com forte presença de temas como a busca da verdade, a angústia existencial e a sensibilidade diante do cotidiano e do universo. O catálogo privilegia obras que transitam entre o sentimento e o pensamento, com ritmo que ora provoca espanto, ora convida à reflexão silenciosa. Há também espaço para formas poéticas específicas, como o haicai, que trazem um tom mais contido e observacional. A diversidade no catálogo revela títulos que vão do lirismo pessoal à crítica social, com narrativas que podem ser mais intimistas ou mais filosóficas, sempre com uma linguagem cuidadosa e imagens que evocam sensações profundas.
