
Título: O FILHO DA MADRE
Autor: BATISTA JAILTON
Sinopse: Da janela de sua casa, ele via navios da Hamburg Sud deslizando sobre os canais do rio Elba a partir do porto em direção ao Mar do Norte e daí para a América do Sul, trazendo=lhe uma nostalgia de cortar o coração. Nessaqs horas, a vontade era de estar numa cabine do San Nicholas zarpando para a Bahia e estabelecendo uma nnova ordem para sua vida. Intuia que lá deixara uma dívida imensa que precisava ser paga, para honrar seu nome, sua religião e sua reputação, que estavam reduzidos a quase nada. Um sentimento de covardia o perseguia absurdamente. Não tinha qualquer informção oficial sobre as consequencias daquele alvaoroço carnal que vivera com a jovem brasileira, mas, no fundo, sua intuiçaõo fazia assumir a paternidade de umade uma criança fora do casamento. Tnha mesma sensaçãode um experiente caçador de que, disparar sua arma contra a cordoniz em pleno voo, sabe se apenas feriu-a de raspão ou de morte, só pela dançada queda, e nessa analogia, sua arma teria atingido o coração inteiro de Deolinda Falcão, pois o balé que ambos dançaramnaquela noite, um perfeito pas de deux, não lhe deixava dúvida. Além disso, uma voz sevretao aturdiaimplacavelmente: eu bem que lhe avise, Kurt! Agora seja homem, e volte aos trópicos para ssumir o fruto do seu erro e de seu pecado!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O FILHO DA MADRE”, de BATISTA JAILTON, publicado pela editora KELPS, em 2018 e com 493 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: KELPS
Páginas: 493
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8540026384
ISBN13: 9788540026384
Sobre a editora
Os livros da editora Kelps conduzem o leitor por narrativas que misturam memória, história regional e reflexões sociais, muitas vezes com um olhar sensível sobre a cultura brasileira. O catálogo privilegia obras que dialogam com o cotidiano de comunidades, abordando temas como política local, educação, meio ambiente e espiritualidade, frequentemente com um tom analítico, poético ou existencial. A diversidade editorial inclui desde relatos jornalísticos e históricos até poesia e ficção com nuances de aventura e espiritualidade, revelando uma preocupação tanto com o passado quanto com questões contemporâneas. A leitura costuma ser marcada por uma linguagem acessível, ora lírica, ora crítica, que privilegia a experiência humana em contextos específicos, sobretudo do interior do Brasil.
