
Título: O Filho das Sombras (Sevenwaters #2)
Autor: Juliet Marillier
Sinopse: As florestas de Sevenwaters lançaram o seu feitiço sobre Liadan, a filha de Sorcha, que herdou os talentos da mãe para curar e penetrar no mundo espiritual. Os espíritos da floresta avisam-na de que, para que as ilhas sagradas sejam reconquistadas aos Bretões, Liadan deverá permanecer em Sevenwaters. A Irlanda está agora em guerra, e as suas costas são assoladas por atacantes. Entre os inimigos há um que se destaca: o Homem Pintado, que granjeou uma reputação terrível de mercenário feroz e astuto, e que espalha o terror por onde quer que passe. Ao regressar a casa, Liadan é capturada pelo Homem Pintado. Porém, este acaba por se revelar bem diferente da lenda, e apesar da antiga profecia que a obrigava a permanecer em Sevenwaters, a jovem sente-se atraída por ele. Mas poderá ela viver o seu amor sem que a maldição recaia sobre Sevenwaters?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Filho das Sombras (Sevenwaters #2)”, de Juliet Marillier, publicado pela editora Bertrand Portugal, em 2002 e com 464 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bertrand Portugal
Páginas: 464
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722512293
ISBN13: 9789722512299
Sobre a editora
Os livros da editora Bertrand Portugal convidam o leitor a navegar entre mundos onde o mistério, o fantástico e o humano se entrelaçam. Em seu catálogo, é possível encontrar narrativas que misturam aventura e suspense com elementos históricos e sobrenaturais, como profecias antigas e sociedades secretas, criando um clima de tensão e descoberta constante. Há também histórias que exploram relações pessoais em contextos contemporâneos, com personagens que enfrentam dilemas emocionais e desafios cotidianos, conferindo um tom mais intimista e realista. O ritmo das obras varia, ora acelerado e cheio de ação, ora mais contemplativo e lírico, com passagens que evocam mitos, magia e conflitos familiares. Essa diversidade sugere uma editora que valoriza tanto a fantasia elaborada quanto a narrativa focada em personagens e emoções.
