
Título: O filho do crucificado: Narrativas
Autor: Hilário Franco Júnior
Sinopse: Mito, utopia, ideologia, sonho que alimenta o imaginário de vários povos, sob as formas mais diversas. A maravilhosa Cocanha é isto: terra de abundância, liberdade, ócio, prazeres absolutos, eterna juventude... Trazida ao tempo e ao espaço por um poeta anônimo francês de meados do século XIII, essa velha tradição oral foi cantada em verso e prosa durante séculos, em todos os cantos do mundo.Neste cuidadoso ensaio, a Cocanha é abordada a partir das condições sociais, políticas e religiosas que propiciaram o aparecimento de suas primeiras versões escritas, no Norte da França e na Inglaterra. Recorrendo a fontes dos séculos XIII ao XX, Hilário Franco Júnior não somente mostra a imensa riqueza cultural da Cocanha como percorre os caminhos dessa terra desejada por muitos e desfrutada por quase ninguém. Uma terra em que não é preciso buscar o prazer, porque ele apenas vem. Prêmio Jabuti 1999 de Melhor Livro de Ciências Humanas
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “O filho do crucificado: Narrativas”, de Hilário Franco Júnior, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1998 e com 328 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 328
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571648123
ISBN13: 9788571648128
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,390
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
