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O filho que eu quero ter

Título: O filho que eu quero ter

Autor: Gisele Fortes

Sinopse: Casada com um homem conservador e filha de pais autoritários, Luiza vive em uma bolha e acredita que é feliz. Tudo muda quando ela descobre problemas de fertilidade e é massacrada pela ignorância dos seus familiares, que a culpam pela incapacidade de engravidar e passam a fazer uma pressão desmedida para que faça repetidos ciclos de reprodução assistida. Luiza encontra um novo propósito ao visitar um orfanato, onde conhece Dudu, um garotinho de cinco anos que lhe desperta um amor maternal instantâneo. Mas não vai ser fácil lutar pelo menino, já que todos à sua volta são avessos à ideia da adoção e repletos de um racismo nada velado. Para ter a guarda da criança, Luiza vai ter de renunciar a tudo que acreditou ser verdade, e ainda enfrentar o desequilíbrio emocional do ex-marido que, aos poucos, vai se mostrando imprevisível e perigoso. Uma história sobre amor, que mostra que a maternidade, quando desejada, é capaz de transformar as pessoas de múltiplas e irremediáveis formas.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O filho que eu quero ter”, de Gisele Fortes, publicado pela editora Caravana, em 2024 e com 116 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Caravana

Páginas: 116

Ano: 2024

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora Caravana convidam o leitor a navegar por narrativas que transitam entre a intimidade e o coletivo, frequentemente explorando temas como identidade, memória e relações humanas sob perspectivas diversas. O catálogo apresenta desde contos que misturam ficção e realidade, até poemas que dialogam com questões sociais e políticas, criando um ambiente de leitura que ora é reflexivo, ora carregado de tensão e emoção. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser densos e filosóficos ou ágeis e envolventes, atendendo a públicos que buscam tanto um mergulho introspectivo quanto histórias com ritmo narrativo marcado. As obras sugerem um interesse por vozes periféricas e múltiplas, incluindo perspectivas negras, LGBTQIA+ e regionais, revelando um cuidado em dar espaço a experiências pouco representadas.

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