
Título: O fim da macroeconomia ?
Autor: David Simpson
Sinopse: Neste livro, Simpson analisa as origens da macroeconomia, informando que no período seguinte à guerra a macroeconomia foi adotada por grande parte dos economistas, com a notável exceção daqueles fiéis à Escola Austríaca. Em seguida, ele passa em revista o desempenho da política macroeconômica que, a seu juízo, tem falhado: “... os conceitos agregados têm gerado confusão no pensamento econômico e levado a políticas malsucedidas ou mesmo daninhas”. (p.25). Simpson se mostra especialmente preocupado com o fato de as autoridades governamentais serem mal orientadas pelos modelos macroeconômicos de previsão, geralmente de baixíssima confiabilidade. Para Simpson, embora pareçam viáveis as “previsões baseadas em padrões”, não é possível a elaboração de “previsões numéricas aceitáveis de eventos futuros usando modelos macroeconômicos”.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O fim da macroeconomia ?”, de David Simpson, publicado pela editora Instituto Liberal, em 2006 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Instituto Liberal
Páginas: 200
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Instituto Liberal costumam abordar questões econômicas, políticas e sociais sob uma ótica crítica e analítica, frequentemente centrada em conceitos liberais e na defesa da liberdade individual. A leitura tende a ser densa, com linguagem que privilegia o pensamento argumentativo e o rigor conceitual, exigindo atenção para acompanhar debates sobre o papel do Estado, regulação, mercado e democracia. O catálogo sugere um público interessado em reflexões sobre economia política, ética do Estado mínimo e os limites da intervenção governamental, com textos que dialogam tanto com teoria quanto com questões práticas contemporâneas. Há obras que exploram desde análises históricas e filosóficas até estudos técnicos, indicando um equilíbrio entre abordagens mais narrativas e outras mais informativas e ensaísticas.
