
Título: O Fim do Homem Soviético
Autor: Svetlana Aleksiévitch
Sinopse: A ganhadora do prêmio Nobel de 2015 examina o fim da União Soviética. Eleito um dos melhores livros do século XXI pelo The New York Times.O povo russo assistiu com espanto à queda do Império Soviético. A política de abertura do governo Gorbatchóv impôs uma mudança drástica da estrutura social, do cotidiano e, sobretudo, da direção ideológica da população. Em O fim do homem soviético, Svetlana Aleksiévitch examina a vida das pessoas afetadas por essa transformação. Em cada personagem está um pouco da história russa — a mãe cuja filha morreu em um atentado; a antiga funcionária do Partido Comunista que coleciona carteiras abandonadas de ex-filiados; o velho militante que passou dez anos em um campo de trabalhos forçados. O livro traz um painel fantástico de russos de todas as idades que se movem entre a possibilidade de uma vida diferente e a derrocada da sociedade que conhecem.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “O Fim do Homem Soviético”, de Svetlana Aleksiévitch, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2016 e com 600 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 600
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 853592826X
ISBN13: 9788535928266
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,704
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 3,30
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
