
Título: O Fotografo - Volume 1
Autor: Emmanuel Guibert
Sinopse: O Fotógrafo é uma das principais provas de que o jornalismo em quadrinhos associado à obra de Joe Sacco já está virando um gênero. O livro lança mão das possibilidades estilísticas das fotos em preto e branco e da versatilidade dos quadrinhos para produzir um trabalho novo e relevante. O livro conta a história do fotógrafo francês Didier Lefèvre, que em julho de 1986 partiu para o Afeganistão acompanhando uma equipe dos médicos sem fronteiras. Naquela época, o país estava em guerra, com tropas da União Soviética lutando contra os guerrilheiros Mujahedin (que mais tarde instalaria o Talibã no poder). Lefèvre achou a experiência tão marcante que resolveu transformá-la em livro.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “O Fotografo – Volume 1”, de Emmanuel Guibert, publicado pela editora Conrad, em 2010 e com 88 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Conrad
Páginas: 88
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8576163993
ISBN13: 9788576163992
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,733
- Altura (cm): 30,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
