
Título: O funk na batida - baile rua e parlamento
Autor: Danilo Cymrot
Sinopse: Este livro apresenta a história do funk, gênero musical de imenso sucesso popular no Brasil e no exterior, que gera recursos financeiros e a inclusão de sujeitos sociais marginalizados. Comumente associados à criminalidade, à violência e ao mau gosto, os frequentadores dos bailes são alvo constante de repressão policial e legislação proibitiva. Ao mesmo tempo, o ritmo é sinônimo de alegria, sensualidade, sucesso, glamour e ostentação - de brasilidade. No estudo que deu origem à obra, o autor traz a diversidade de estilos, valores e comportamentos nos bailes de São Paulo e Rio de Janeiro. Também demonstra como a criminalização do funk, assim como um dia ocorreu com o samba e a capoeira, vai muito além do rechaço a uma manifestação cultural, revelando muito mais sobre a sociedade brasileira do que se pode imaginar.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “O funk na batida – baile rua e parlamento”, de Danilo Cymrot, publicado pela editora Edições Sesc, em 2022 e com 384 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Edições Sesc
Páginas: 384
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586111668
ISBN13: 9786586111668
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,540
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,20
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora EDICOES SESC oferecem uma imersão em temas que transitam entre as artes, as ciências humanas e as reflexões contemporâneas. A experiência de leitura costuma ser densa e multifacetada, combinando ensaios filosóficos, estudos históricos e análises culturais que dialogam com a memória, a identidade e as transformações sociais. O tom varia entre o acadêmico e o poético, com textos que exploram desde a fotografia de guerra até a trajetória de artistas e movimentos culturais brasileiros e internacionais. O catálogo revela ainda um interesse por narrativas que conectam o passado ao presente, como as memórias indígenas e os processos de resistência cultural.
