
Título: O Garoto Que Seguiu Ripley
Autor: Patricia Highsmith
Sinopse: Tom Ripley é abordado na rua por um garoto que fugira dos Estados Unidos depois de matar o pai. Intrigado com a inocência do jovem "assassino", Ripley decide hospedá-lo quando percebe que o menino está sendo seguido. Em pouco tempo, cresce entre os dois uma relação de cumplicidade, e eles viajam a Paris e depois a Berlim às escondidas. Mas ali descobrem que há mais gente interessada no garoto. Daí para a frente, o destino do menino passa a depender da astúcia e do sangue-frio de Ripley. Charmoso, culto, rico, mas extremamente amoral, Tom Ripley é um dos mais talentosos e sedutores assassinos da literatura policial. Admirado pela crítica e pelo público, Ripley já foi interpretado no cinema por Alain Delon, Dennis Hopper, Matt Damon e John Malkovich. "Highsmith elevou o romance policial ao estatuto de arte." - Slavoj Zizek, Folha de S.Paulo "É difícil imaginar alguém interessado na ficção moderna que não tenha lido os livros de Ripley." - Daily Telegraph
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Garoto Que Seguiu Ripley”, de Patricia Highsmith, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2005 e com 384 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 384
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535907033
ISBN13: 9788535907032
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,395
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
