
Título: O Gato Que Gostava De Cenoura
Autor: Rubem Alves
Sinopse: A partir dos desafios de sua atuação como psicanalista, Rubem Alves propõe, por meio de uma metáfora, a abordagem da diferença sexual entre as pessoas como fato a ser entendido como expressão de uma natureza múltipla e variada. A conquista da liberdade de ser diferente e a valorização da amizade como atitudes fundamentais no enfrentamento do preconceito servirão, nas palavras do próprio autor, para desculpabilizar os pais e os filhos , mostrando-lhes o caminho da aceitação e do respeito para uma convivência construtiva. Verdadeiro conto para ser narrado às crianças pelos adultos [pais e professores], O gato que gostava de cenoura é um marco de ousadia na abordagem de uma realidade normalmente camuflada e relegada ao casuísmo. É ainda um convite à tolerância, elemento fundamental na construção de uma sociedade democrática. Autor e Editora esperam que a iniciativa dessa edição seja recompensada por uma maior clareza e leveza na vivência e na compreensão do drama da diferença sexual e pela concretização do desejo de desculpabilização que levou o Autor a escrever texto tão necessário.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Gato Que Gostava De Cenoura”, de Rubem Alves, publicado pela editora Edições Loyola, em 1999 e com 24 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 24
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515019116
ISBN13: 9788515019113
- Encadernação: GRAMPO
- Peso (kg): 0,072
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
