
Título: O Gigante dos Andes
Autor: Magellano Frans
Sinopse: Quando Atairu Altavila completa dezoito anos o fazendeiro Jurandir conta-lhe a saga do karay Kuntury, um xamã descendente de aymarás, quíchuas e incas dos Andes que conduz uma tribo nheengaíba através da densa floresta amazônica em direção a Marinatambal, atual Ilha de Marajó, que de acordo com lendas e tradições andinas abriga Aztlan’itá (Atlântida), a cidade de granito resplandecente, por isso também conhecida por Eldorado, que teria sido criada pelo enviado de Tupã a quem os tupis-guaranis chamam de Guaraci ; os Incas de Viracocha, Apu Kun Tqsi Wiraqutra ou ainda Inti Raimi, Inti Nhamandu, o deus Sol; os Maias de Gogomataz-Tepeu e os habitantes do antigo alto Egito, de Ra – dentre alguns dos nomes dados ao Deus Sol através das eras, apelidado por ele de Gigante dos Andes. Guiados pelo karay, após várias gerações fugindo de Tau, o deus do Mal, todos se esqueceram do passado glorioso de seus ancestrais e agora apenas podem se fiar nas palavras do iniciado que descende de homens íntegros preparados no começo das eras diretamente pelo Gigante dos Andes, o criador da Civilização do Sol, a qual existiu antes da Civilização de Caral e trouxe prosperidade e paz por milênios à Terra.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Gigante dos Andes”, de Magellano Frans, publicado pela editora Scortecci Editora, em 2018 e com 84 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Scortecci Editora
Páginas: 84
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8536654562
ISBN13: 9788536654560
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,210
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Scortecci Editora oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e por abordagens que transitam entre o ensaio crítico, a ficção e a poesia. O catálogo sugere uma predileção por obras que exploram reflexões profundas sobre cultura, sociedade e espiritualidade, além de narrativas que investigam conflitos internos e históricos, muitas vezes ambientadas em contextos realistas ou simbólicos. A linguagem varia entre o acessível e o denso, com textos que podem ser tanto didáticos quanto poéticos, contemplativos ou tensos, sempre com uma atenção ao detalhe e à construção de atmosferas envolventes. Essa variedade permite ao leitor navegar entre obras mais narrativas e outras de caráter mais informativo ou reflexivo, com um ritmo que pode ser tanto cadenciado quanto urgente.
