
Título: O Governador do Sertão
Autor: Jelihovschi Anatole
Sinopse: Um minúsculo apartamento ou uma planície deserta coberta de mandacarus? Entre contos de bar e casos de vida, o protagonista Salvador compara sua vida à de seu ídolo, Lampião. Invasões, os embates contra a morte, a morte em si – dura e cruel –, a narrativa explora “uma multidão de despojados encerrados num inferno coletivo”, seja no sertão do passado, seja no ambiente urbano do presente, entranhada em episódios que carregam desilusões e sofrimentos e a vontade de uma liberdade nunca antes sentida. O livro ''''O governador do sertão'''', de Anatole Jelihovschi, é um entrelace entre tempos, chegando a um ponto onde o passado se funde ao presente, em um quê de fantástico, como se estivéssemos dentro de um universo a la ''''Cem anos de solidão'''' da caatinga.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Governador do Sertão”, de Jelihovschi Anatole, publicado pela editora Editora Jaguatirica, em 2018 e com 300 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Jaguatirica
Páginas: 300
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8556621414
ISBN13: 9788556621412
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,375
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Jaguatirica convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o cotidiano sensível e o universo espiritual, com uma forte presença de temas como transformação pessoal, memória e relações humanas. O catálogo revela obras que mesclam o realismo urbano, como o retrato das cidades brasileiras e suas contradições, com incursões em histórias de espiritualidade e reflexões filosóficas. Há uma atenção especial para personagens em jornadas de autoconhecimento, enfrentando dilemas morais e sociais, muitas vezes em contextos históricos ou contemporâneos que evocam tensões internas e externas. O tom das obras varia entre o contemplativo e o tenso, com uma linguagem que pode ser poética, envolvente e, por vezes, carregada de lirismo, sem perder o contato com o concreto e o palpável.
