
Título: O Governo da Pobreza
Autor: françois de bernard
Sinopse: Sinopse: Neste ensaio, François de Bernard expõe uma concepção de pobreza estranha para as que dominam a cena geopolítica. Ele refuta as interpretações convencionais, por exemplo a que apresenta a persistência da pobreza como falta de "boa governança". Ele estima que a pobreza continua sendo o objeto dos acomodamento políticos, sociais e culturais mais perigosos: uma espiral que não poderá perdurar indefinidamente sem um preço muito alto para todos. Assim, na medida dos resultados efetivos da "luta contra a pobreza" desencadeada no início dos anos 1990 pelos governos, sua introdução sobre "A Pobreza Sustentável" prolonga as teses do "Governo da Pobreza", e os inscreve na paisagem das mundializações em curso. Além dos balanços aos quais se limitam ordinariamente as análises da pobreza, este livro tenta fazer redescobrir a pobreza como causa principal do nosso tempo. Trata-se de proceder para um retorno do qual nós não temos realmente avaliado as conseqüências: "Refazer da pobreza um objeto de pensamento", como reivindicava seu livro, publicado em 1995. Este livro é um manifesto filosófico intempestivo fundado sobre vinte anos de pesquisa e de experiências profissionais.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Governo da Pobreza”, de françois de bernard, publicado pela editora Nova Harmonia, em 1995 e com 201 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nova Harmonia
Páginas: 201
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Nova Harmonia convidam o leitor a um mergulho em reflexões filosóficas, históricas e sociais, muitas vezes ancoradas em contextos latino-americanos e europeus. A experiência de leitura costuma ser densa e crítica, com textos que exploram temas como a utopia, a alteridade, o poder e a liberdade, frequentemente a partir de perspectivas acadêmicas e coletivas. O tom varia entre o ensaístico e o interpretativo, com um ritmo que privilegia a reflexão profunda sobre questões culturais, políticas e éticas. As obras trazem abordagens que dialogam com a filosofia, a sociologia, a educação e a teologia, sugerindo um público interessado em debates conceituais e históricos. O catálogo da Nova Harmonia oferece um panorama onde o rigor intelectual se alia a preocupações sociais e culturais, sem abrir mão de uma linguagem acessível para leitores atentos.
