
Título: O GRANDE ASSALTO
Autor: JOÃO MANOEL DA COSTA JR.
Sinopse: Para escrever este conto policial, inspirou-me a percepção da realidade, o cotidiano desta cidade. Foi o ponto inicial do meu conceito para ir direto à abordagem. A forma como se desenvolve a trama, procura ser coerente com o pensamento do autor, não seguindo nenhuma forma preestabelecida Os nomes dos personagens não procuram retratar nenhum caso específico, nem se baseiam em pessoas reais. Somente fragmentos do cotidiano servem ao tempero da ação, por este motivo, não encontrei grandes dificuldades para desenvolver a história. Elementos de pesquisa todos os dias batem à nossa porta, saltam aos nossos olhos, a única dúvida seria redigir uma narrativa envolvente e dinâmica. Este é um país em que a inteligência dos bandidos não se faz tão necessária, devido ao alto grau de corrupção e corporativismo. Foi o que me levou a elaborar e ter o cuidado de usar elementos, dados e fatos que simplificassem o enredo. O nosso cotidiano é um laboratório, cheio de elementos, personagens, algo que une o imaginário e o real.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O GRANDE ASSALTO”, de JOÃO MANOEL DA COSTA JR., publicado pela editora IXTLAN, em 2010 e com 110 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: IXTLAN
Páginas: 110
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8591045424
ISBN13: 9788591045426
Sobre a editora
Os livros da editora Ixtlan oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas que transitam entre o real e o imaginário, com forte presença de temas existenciais e emocionais. O catálogo revela histórias que exploram conflitos internos, como lutas contra vícios, depressão e memórias dolorosas, além de aventuras que misturam fantasia e jornadas de autoconhecimento. A linguagem varia entre o acessível e o reflexivo, com obras que podem ser mais narrativas e outras que adotam um tom mais ensaístico ou poético. O ritmo das obras oscila entre momentos de tensão dramática e passagens contemplativas, convidando o leitor a mergulhar em universos pessoais e coletivos.
