
Título: O Guarani (edição de bolso)
Autor: José de Alencar
Sinopse: Inicialmente publicado como folhetim, no jornal Diário do Rio de Janeiro, entre 1º de janeiro e 20 de abril de 1857, O Guarani apareceu na estrutura de romance no fim deste mesmo ano, pela Tipografia Empresa Nacional do Diário. Obteve um grande sucesso naquele momento, destacando José de Alencar como o nosso grande autor romântico, aquele que estava mais engajado na ideia de uma literatura nacionalista e indianista. Na história de amor entre o índio Peri e a dama Cecília (Ceci) se encontra a concepção, muito questionada nos dia de hoje, de brasilidade para o autor: fomos formados pelas duas raças fortes – branca e indígena. A simbologia é muito forte: o brasileiro nato é uma mistura entre índios e brancos, havendo aí um doloroso “seqüestro” do elemento negro, negligenciado por Alencar como parte constitutiva da nossa formação. A Coleção Vozes de Bolso – Literatura Brasileira se propõe a trazer ao público um novo tipo de trabalho em torno de grandes clássicos da literatura de língua portuguesa. São todos textos já canonizados pela nossa tradição, porém com alguns “aditivos” que agregam valor e força aos mesmos.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Guarani (edição de bolso)”, de José de Alencar, publicado pela editora Vozes De Bolso, em 2019 e com 560 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Vozes De Bolso
Páginas: 560
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532659888
ISBN13: 9788532659880
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,404
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 11,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Vozes De Bolso costumam apresentar obras que transitam entre a filosofia clássica, a literatura de crítica social e os ensaios políticos e históricos. A leitura frequentemente exige atenção à argumentação densa, com temas que exploram a justiça, a liberdade, e as tensões entre indivíduo e sociedade. O tom varia do rigor filosófico ao lirismo simbólico, com narrativas que ora são mais reflexivas e discursivas, ora mais narrativas e irônicas, como em relatos de personagens envolvidos em dramas sociais complexos. O catálogo sugere uma preferência por textos que desafiam o leitor a pensar sobre o poder, a moralidade e as condições humanas, em contextos que vão da antiguidade clássica ao Brasil contemporâneo.
