
Título: O Guerreiro do Amor
Autor: Valdir Soares Fernando
Sinopse: O Amor... Ah! O Amor... Mil momentos... Eis alguns deles: Quisera sentir dos teus lábios... Em todos os idiomas eu gostaria de dizer que te amo... E espalhar somente beijos em toda a tua nudez... Meus desejos... Mil desejos... Duas taças... Quero a tua boca quando bem me fala: não... Um vale de desejos, o teu regaço... Venham as grutas dos desejos!... Quem me dera... Ter nelas uma prisão!... Cinco rosas em botão, pra você... Os teus cabelos negros como a noite... Se todos os olhos fossem lindos como os teus... A um simples beijo que me foi negado... O espinho da mulher adentra, quebra e não sai... Como uma flecha a tua palavra partiu... O leito chora comigo, de saudade... Vai, meu amor; vai de mim pela fresta da janela... E tu murmuras, insanamente... Quero mais!... Eu só posso te amar em pensamento... Neste verso derradeiro, vou seguindo, vou te amando!...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Guerreiro do Amor”, de Valdir Soares Fernando, publicado pela editora Chiado, em 2013 e com 172 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Chiado
Páginas: 172
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9895100639
ISBN13: 9789895100637
Sobre a editora
Os livros da editora Chiado apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o real e o imaginário, com forte presença de histórias que exploram emoções humanas intensas e dilemas pessoais. O catálogo revela obras que vão do erótico explícito a relatos de conflitos familiares e existenciais, passando por tramas que envolvem mistério, fantasia e reflexões filosóficas. Muitas histórias se desenrolam em cenários urbanos brasileiros, enquanto outras se aventuram em reinos imaginários ou dimensões paralelas, mostrando uma diversidade de ambientações. A linguagem varia do poético e introspectivo ao direto e cru, com ritmo que ora se concentra na tensão dramática, ora privilegia a fluidez de crônicas e contos curtos. Essa pluralidade sugere que o leitor encontrará tanto textos mais densos e reflexivos quanto leituras ágeis e envolventes.
