
Título: O Guerreiro Solitario
Autor: Mankell Henning
Sinopse: Quando Kurt Wallander presencia a autoimolação de uma desconhecida, sabe que sua atração irresistível por desvendar mistérios insondáveis arruinará os planos de férias com a nova namorada. Tudo piora quando a investigação desse suicídio ritual se revela infrutífera - o inspetor e sua equipe não conseguem nem sequer descobrir a identidade da garota - e outros crimes diversos acontecem, entre os quais o brutal assassinato de um ex-ministro da Justiça. Só o olhar arguto desse investigador palpável - que evoca os protagonistas dos romances hard-boiled e foi considerado o melhor personagem da literatura policial recente por inúmeras publicações americanas e europeias - poderia vislumbrar a lógica por trás da escolha aparentemente aleatória das vítimas - nada as une fora o fato de que são escalpeladas por seu algoz -, tão díspares quanto um ladrãozinho comum, um bem-sucedido negociante de obras de arte e um político aposentado.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Guerreiro Solitario”, de Mankell Henning, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2010 e com 488 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 488
Ano: 2010
Edição: Literatura Estrangeira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535916563
ISBN13: 9788535916560
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,520
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
