
Título: O Herói Insone
Autor: David França Mendes
Sinopse: Estreia do cineasta e roteirista David França Mendes na literatura, “O herói insone” traz 19 contos marcados por uma linguagem enxuta e direta. Dividido em duas partes – “Saltos mortais” e “O Herói”, David explora temas como amor, solidão, medo e finitude. Segundo o escritor André Sant’Anna, o cineasta vai na contramão da literatura urbana realista que tem marcado a produção literária contemporânea. “França Mendes aparece como grata novidade na literatura. Escritor único, com um discurso único, tratando as palavras e os enredos de forma única. (…) Em tempos de literatura urbano realista, o herói insone ousa delirar com o amor, a solidão, a morte”. Se por um lado os temas de David são os mais humanos e comuns (no melhor sentido da palavra), sua linguagem, como diz Sant’Anna, é única e deixa ver, já nesse primeiro livro, a voz forte e diferenciada que deve ter um autor. O cineasta-escritor ousa experimentar, contar histórias simples de formas inusitadas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Herói Insone”, de David França Mendes, publicado pela editora Oito e Meio, em 2013 e com 88 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Oito e Meio
Páginas: 88
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8563883348
ISBN13: 9788563883346
Sobre a editora
Os livros da editora Oito e Meio costumam explorar territórios literários densos, onde a linguagem é trabalhada com cuidado e inventividade, seja em narrativas que misturam contos e romances ou em textos que transitam entre o poético e o político. O catálogo privilegia histórias que abordam conflitos sociais profundos, como desigualdade e violência, mas também o cotidiano íntimo e as tensões das relações humanas, especialmente sob perspectivas femininas e urbanas. A leitura frequentemente exige atenção ao ritmo e ao tom, que podem variar do humor ácido ao lirismo melancólico, passando por um humor negro e por experimentações formais que desafiam o leitor. A presença de narradores que se deslocam entre o real e o surreal, ou que adotam vozes fragmentadas e polifônicas, é recorrente, criando uma experiência de leitura que combina inquietação e reflexão.
