
Título: O Heterotexto Pessoano
Autor: José Augusto Seabra
Sinopse: Pelos estudos enfeixados, em ''''O Heterotexto Pessoano'''', por José Augusto Seabra, um notável intérprete da obra do poeta heterônimo, o leitor brasileiro ganha acesso a horizontes pouco freqüentados e insuspeitados, em geral, pela crítica tradicional e corriqueira. Assim, ele poderá divisar, entre outros temas de um amplo espectro de análises arquitextuais, ''''os vários tipos de discurso, gêneros e modos de enunciação em que se desdobra a textualidade pessoana''''. Nestes ensaios comparecem, pois, desde as exegeses dos escritos poéticos aos políticos, passando pela correspondência amorosa e pela crônica jornalística, bem como as das múltiplas gradações das elaborações esotéricas de Fernando Pessoa.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “O Heterotexto Pessoano”, de José Augusto Seabra, publicado pela editora Perspectiva, em 1988 e com 264 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Perspectiva
Páginas: 264
Ano: 1988
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527304953
ISBN13: 9788527304955
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,258
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
