
Título: O Hino de Hölderlin: ''Recordação''
Autor: Martin Heidegger
Sinopse: Para Hölderlin, a festa é o fundamento e a essência da história. Todo encontrar-se no destino é histórico. O acontecimento apropriador da festa traz ao equilíbrio em uma consonância mais elevada tudo o que se-envia, tudo o que é destinamental e, com isto, o destino. A festa é o tempo-espaço e a conjunção essencial do equilíbrio mais íntimo, uma vez que cada um ''é como ele é''. Quando cada um é como ele em sua essência é, então reina o verdadeiro''. Em O hino de Hoelderlin: Recordação, Martin Heidegger procura pensar precisamente as possibilidade de lida com a tradição em meio à consideração do fim da metafísica. Na medida em que o primeiro início do filosofar chega a seu termo, vem à tona um outro início do pensar, outro início esse que funciona como um espaço de alteridade e divergência, assim como de resistência à absorção nas metafísicas epocais. Hoelderlin aparece nesse contexto como o poeta do outro início, como aquele que retém a força criadora da tradição e a resguarda enquanto força para que a inicialidade mesma não se perca. Recordação, nesse contexto, é um termo para designar precisamente a devoção máxima do pensar poetante, a sua relação orginária com os poderes vitais da experiência humana.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Hino de Hölderlin: ”Recordação””, de Martin Heidegger, publicado pela editora Via Verita, em 2017 e com 2013 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Via Verita
Páginas: 2013
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8564565633
ISBN13: 9788564565630
Sobre a editora
Os livros da editora Via Verita costumam convidar o leitor a um mergulho denso no pensamento filosófico e na reflexão sobre o existir, a partir de textos que exploram as tensões entre o humano e o mundo. A experiência de leitura frequentemente envolve um ritmo mais contemplativo, com obras que dialogam com a fenomenologia, a hermenêutica e a crítica social, apresentando tanto análises rigorosas quanto documentos históricos e correspondências que revelam dilemas pessoais e coletivos. O catálogo sugere uma atenção especial às questões da subjetividade, da finitude e das condições sociais da existência, com textos que oscilam entre o ensaio acadêmico e a escrita reflexiva, por vezes marcada por um tom sério e meditativo. Via Verita traz um repertório que pode ser ao mesmo tempo desafiador e enriquecedor, direcionado a leitores interessados em pensar profundamente o ser e suas contradições.
