
Título: O Homem Amoroso
Autor: Luiz Antonio de Assis Brasil
Sinopse: Abre-se o pano, o Maestro surge dos bastidores, coloca-se ante a orquestra, curva-se aos aplausos e, voltando-se para os músicos, faz um momento de concentração e baixa batuta. A platéia, feliz, relaxa; daí por diante, tudo é fruição e fantasia. O público muitas vezes desconhece, porém, que uma orquestra sinfônica compõe-se de pessoas que também sofrem e têm seus conflitos, dos quais o maior talvez seja conciliar sua vocação com as circunstâncias especialíssimas em que a música sinfônica é realizada num país ainda às voltas com a miséria e incompreensões de toda ordem. Cada concerto levado a termo é uma verdadeira façanha. O autor pertenceu a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre no período que coincidiu com o milagre brasileiro e do neo-ufanismo, mas também de uma extrema verticalização do poder, a qual se refletia inclusive nas relações entre administração da Orquestra e dos seus músicos. Para o autor, esta é uma obra de ficção, e como tal quer que ela seja entendida - ainda que esteja carregada de vivências.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Homem Amoroso”, de Luiz Antonio de Assis Brasil, publicado pela editora Mercado Aberto, em 1986 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mercado Aberto
Páginas: 120
Ano: 1986
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Mercado Aberto costuma mergulhar o leitor em narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais, frequentemente ambientadas em contextos brasileiros ou sul-americanos. O catálogo apresenta obras que transitam entre a ficção literária, com contos e romances que abordam temas como identidade, memória e conflitos familiares, e textos que dialogam com a história e a cultura regional, especialmente do Rio Grande do Sul. Há também uma presença marcante de obras que tratam de questões sociais e culturais, como a negritude, a marginalização indígena e os impactos da ditadura, sempre com um tom que convida à reflexão. Além disso, o material sugere uma diversidade de estilos, do mais narrativo e sensível ao mais ensaístico e crítico, com algumas obras voltadas ao público jovem e outras que dialogam com leitores adultos.
