
Título: O HOMEM DA CABEÇA DE PAPELÃO
Autor: João do Rio
Sinopse: "O homem da cabeça de papelão" foi publicado pela primeira vez em 1912, no livro "Rosário da Ilusão", em conjunto com outros doze contos. O intervalo de mais de um século entre a primeira edição e o presente volume não foi, infelizmente, suficiente para tornar o texto de João do Rio obsoleto. Ao contrário, seu conteúdo parece estar ainda mais atual, revigorado pelas inusitadas ilustrações de André Monteiro Pato. ALTAMENTE RECOMENDÁVEL FNLIJ | Finalista prêmio JABUTI 2024 na categoria ILUSTRAÇÃO
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O HOMEM DA CABEÇA DE PAPELÃO”, de João do Rio, publicado pela editora Editora Quatro Cantos, em 2023 e com 48 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Quatro Cantos
Páginas: 48
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6588672330
ISBN13: 9786588672334
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,221
- Altura (cm): 18,55
- Largura (cm): 27,50
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Quatro Cantos costumam transportar o leitor para universos narrativos marcados por histórias que exploram relações humanas profundas e contextos históricos ou sociais específicos. A experiência de leitura varia entre o ritmo mais contemplativo de narrativas poéticas e a tensão crescente de aventuras juvenis, sempre com atenção aos detalhes que constroem atmosferas sensíveis e envolventes. O catálogo indica uma preocupação com personagens que enfrentam conflitos internos, sejam medos infantis, desafios culturais ou dilemas éticos, frequentemente apresentados em cenários que vão desde pequenas cidades nos Estados Unidos até aldeias indígenas brasileiras. A linguagem se mostra acessível, mas sem abrir mão de nuances que enriquecem a imersão, e há uma presença marcante de obras que dialogam com a infância e a juventude, tanto em forma de poesia quanto de narrativa ficcional.
