
Título: O homem de cera
Autor: Victor Canning
Sinopse: Zélia Yunge-Brown é uma mulher bonita e jovem que acaba de perder duas coisas preciosas: a memória e seu Mercedes 250 SL, que o padrasto lhe cedera. Cavan O'Dowa, um homem para qual os fins justificam os meios, contrata Max Carver para procurar o carro. Percorrendo a Europa em sua missão, Carver percebe que outros estão na pista do carro, tão interessados em encontrá-lo quanto ele próprio. Genebra, Cannes, Turim, em toda parte há o mesmo empenho, em todo lugar todos os recursos são válidos em busca da mesma finalidade. A Interpol, os irmãos Alakwe, Jimbo e Najib, Miss Panda Bubaker, desejam desesperadamente o Mercedes. O ódio de Zélia e de sa irmã Júlia pelo padrasto também intriga Carver, que é tentado pela encantadora Júlia. E é só queando ele se vê prisioneiro do museu de cera do castelo de O'Dowa, que Carver compreende toda a história. Num clima de intriga e perigo, em que o imprevisível é a nota constantes, O HOMEM DE CERA surpreende pela originalidade das situações e pelas soluções apresentadas por Max Carver. Para ele, problemas inesperados só podem ser resolvidos de modo inteiramente novo, fora das normas e dos esquemas tradicionais. E não são poucos, em seu caminho, esses problemas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O homem de cera”, de Victor Canning, publicado pela editora Martins Editora, em 1974 e com 241 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Editora
Páginas: 241
Ano: 1974
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora MARTINS EDITORA convidam o leitor a explorar temas que vão da filosofia acessível ao imaginário infantil, passando por debates políticos contemporâneos e narrativas de caráter histórico e dramático. A experiência de leitura varia entre textos que descomplicam conceitos complexos, como a justiça e a retórica, e histórias que valorizam o ambiente e o desenvolvimento de personagens em cenários detalhados, como pequenas comunidades ou contextos históricos. O tom pode ser tanto didático e reflexivo quanto leve e envolvente, com ritmo que ora privilegia a construção cuidadosa de ideias, ora aposta na fluidez narrativa e na imaginação. O catálogo indica uma diversidade entre obras mais teóricas e outras que exploram a fantasia ou a dramaturgia, sugerindo que o leitor encontrará tanto textos para aprofundamento intelectual quanto para entretenimento contemplativo.
