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O Homem do País Azul

Título: O Homem do País Azul

Autor: Manuel Alegre

Sinopse: Depois de Jornada de África, primeiro romance do autor, e a par de Alma e A Terceira Rosa, Prémio Literário Fernando Namora, a publicação das narrativas de O Homem do País Azul veio revelar uma outra consistente faceta da criação literária de Manuel Alegre. Nelas se conjuga o mais particular e o mais secreto de cada homem com a imensidão do fantástico e do arquetípico. E a dualidade, tratada com acentuada riqueza estilística, confere-lhes sentido universal. O sentido universal da errância e da procura, do real e do imaginário, das rotinas e do inesperado, que em qualquer momento tudo pode subverter. Na alegoria de O Homem do País Azul estão de facto abrangidas todas as terras onde se demanda a liberdade e o sentido de existir. Por ela perpassa o sonho e a nostalgia dos anos sessenta: Paris, Argel, Bolívia, Guevara, a utopia, a festa, o amor, o risco. O Homem do País Azul, poético, fantástico, misterioso, vai direito ao coração. E reacende a «memória perturbada».

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Homem do País Azul”, de Manuel Alegre, publicado pela editora Dom Quixote, em 1989 e com 138 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Dom Quixote

Páginas: 138

Ano: 1989

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 9722037137

ISBN13: 9789722037136

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Manuel Alegre convida a um mergulho em uma prosa que oscila entre o poético e o narrativo, com uma delicadeza que se faz sentir especialmente nas suas histórias curtas. A tensão se constrói a partir de personagens que vivem entre o real e o fantástico, entre o íntimo e o coletivo, revelando uma busca constante por sentido e liberdade. O ritmo varia: há momentos de contemplação quase onírica e outros de narrativa mais direta, marcada por uma inquietação que atravessa suas tramas. O leitor é desafiado a acompanhar essa ambiguidade entre sonho e realidade, memória e presente, enquanto se depara com personagens que, mesmo em situações incomuns, carregam uma humanidade reconhecível. Essa experiência sensorial e intelectual é uma das marcas dos livros de Manuel Alegre, que exploram a complexidade das emoções e das relações humanas sem perder a leveza da linguagem.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Dom Quixote costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla densidade histórica e humana, frequentemente explorando os efeitos do passado sobre a vida individual e coletiva. O catálogo apresenta narrativas que transitam entre o íntimo e o político, com personagens que enfrentam dilemas morais, memórias dolorosas e transformações sociais, seja em contextos de guerra, regimes autoritários ou mudanças culturais profundas. O tom varia do contemplativo ao tenso, com histórias que vão do romance histórico ao thriller, passando por relatos de sobrevivência e ficção especulativa. A linguagem tende a ser elaborada, convidando o leitor a uma reflexão cuidadosa, e o ritmo pode oscilar entre o meditativo e o urgente, conforme o tema.

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