
Título: O homem invisível
Autor: H. G. Wells
Sinopse: Na última nevasca do ano, um estranho chega ao gelado povoado inglês de Iping. Ele usa óculos de lentes azuladas, com protetores laterais, e os pelos da barba escondem-lhe o rosto. Ataduras brancas cobrem a testa e as orelhas, e um nariz rosado e pontudo se sobressai. Quem seria esse homem misterioso? E por que razão ele pouco sai de seu quarto na hospedaria? A curiosidade dos locais se aguça cada vez mais, principalmente quando coisas estranhas passam a acontecer na cidade. Publicado pela primeira vez em capítulos, em 1897, na Pearson's Weekly, O homem invisível figura entre as maiores histórias de ficção científica da literatura e ajudou H.G. Wells a estabelecer-se como um dos grandes autores do gênero. Ambientada na Inglaterra da virada do século XIX para o XX, esta história, que inicia de maneira peculiar, vai se tornando cada vez mais sinistra, até se transformar num suspense psicológico de arrepiar, surpreendendo leitores há mais de 100 anos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O homem invisível”, de H. G. Wells, publicado pela editora L&PM Pocket, em 2017 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: L&PM Pocket
Páginas: 200
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora L&PM Pocket apresentam uma leitura que transita entre o íntimo e o universal, explorando desde a complexidade das relações humanas até reflexões históricas e filosóficas. O catálogo reúne narrativas que variam do suspense policial clássico ao lirismo poético e à crueza da experiência humana, frequentemente com foco em personagens femininas ou figuras marcantes em contextos sociais e culturais diversos. A linguagem pode ser delicada e musical, como nos relatos eróticos, ou direta e tensa, como nas investigações de mistério. Há obras que convidam à imersão em ambientes históricos, enquanto outras se debruçam sobre dilemas éticos e existenciais, com ritmo ora contemplativo, ora ágil.
