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O homem, Pessoa Vivente

Título: O homem, Pessoa Vivente

Autor: Mário veloso

Sinopse: O caminho para o conheicomento do mal inicia-se na contradição. A serpente contradisse a Deus dizendo: "Não morrereis" (Gen. 3:4). Este espírito contraditório foi tranferido, apartir deste momento, à Eva em que a contradição passou das palavras ouvidas para as atitudes e as ações. Esta experiência foi repetida por Adão. Deste modo em lugar de conservarem uma mente amiga, livre de toda contradição, deram início à tragédia conduta de uma mente inimiga. O processo desvenvolveu-se forma completa. Em primeiro lugar a tentação, contraditória e mentirosa. A mentira não somente está na frase: "Não morrereis", mas também nas palçavras que Satanás continuou dizendo: "Proque Deus sabe que no dia em que dele conerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal" (Gen. 3:5). A mentira não está aqui claramente expressa no conteúdo, mas no que o conteúdo insinua. É verdade que o conhecimento do bem e do mal colocará o homem num posição semelhante à de Deus, pois Ele mesmo co confirma masi tarde dizendo: "Eis que o home se torunou como um de nós, conhecedor do bem e do mal" (Gen. 3:22). A insinuação que esta frase contém, entretando, é completamente enganosa: sugere a existência de algo bom que o homem pode adquirir, que Deus o conhece e que. ocultando-o, impede-lhe, sua posse.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O homem, Pessoa Vivente”, de Mário veloso, publicado pela editora Alhambra, em 1996 e com 193 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Alhambra

Páginas: 193

Ano: 1996

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Mário Veloso alterna entre a reflexão espiritual profunda e a análise clara de temas complexos, com um ritmo que privilegia a compreensão cuidadosa e o diálogo interior. A prosa é direta, mas não simplista, buscando iluminar aspectos da fé e da experiência humana sem recorrer a erudição excessiva. Em alguns momentos, a narrativa se aproxima do íntimo, como no retrato das emoções e contradições do ser humano, enquanto em outros, assume um tom mais didático e estruturado, especialmente ao abordar textos religiosos. Essa variação cria uma tensão entre o contemplativo e o prático, convidando o leitor a uma jornada que é ao mesmo tempo pessoal e intelectual. Nos livros de Mário Veloso, o leitor encontra um convite para pensar sobre a liberdade, a contradição e a salvação a partir de perspectivas que combinam sensibilidade e rigor.

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