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O homem que comprou o Rio

Título: O homem que comprou o Rio

Autor: Aguinaldo Silva

Sinopse: Romance policial. Corrupção que envolve políticos, empresários, bicheiros e policiais. Violência, negociatas e crimes; livro baseado em fatos da vida real

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O homem que comprou o Rio”, de Aguinaldo Silva, publicado pela editora Brasiliense, em 1986 e com 214 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Brasiliense

Páginas: 214

Ano: 1986

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Aguinaldo Silva traz um mergulho intenso em universos marcados por tensão social e política, onde a violência e a corrupção são pano de fundo constante. O ritmo costuma ser ágil, quase cinematográfico, com personagens que transitam entre o poder e a marginalidade, revelando suas complexidades em narrativas que misturam fatos reais e ficção. A prosa é direta, com riqueza de detalhes que criam imagens vívidas, especialmente do Rio de Janeiro e suas regiões mais conflituosas. Em alguns momentos, a voz narrativa é íntima e pessoal, quase confessional, enquanto em outros o olhar é mais amplo, quase documental, oferecendo um panorama crítico da realidade brasileira. Essa alternância cria um contraste que mantém o leitor atento, provocando reflexões sobre o poder, a moralidade e as escolhas humanas.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.

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