
Título: O Homem Que Enterrou Hitler
Autor: Gama Aldo
Sinopse: “— Hitler não se suicidou às 15h12 do dia 30 de abril de 1945. Ele foi retirado de Berlim na noite de 28 de abril de 1945.” A Editora Contracorrente não sabe bem como qualificar esta obra. Trata-se do nosso primeiro título no universo da ficção ou temos em mãos inéditas revelações historiográficas? Cada leitora e cada leitor decidirá à sua maneira esse dilema, mas o certo é: estamos diante de um texto fascinante e envolvente. Queremos acreditar que o “monstro” morreu no bunker, que foi covarde e que, com o seu suicídio, a humanidade foi vingada. Ao se deparar com documentos e testemunhos contraditórios ao senso comum, porém, o leitor experimenta as mesmas surpresas que os autores tiveram ao longo de uma saga de 14 anos. Filtrada por uma lente lisérgica, a obra é uma espécie de reportagem ficcional que nos convida a discernir num mundo de absurdos reais o que é fruto da imaginação. De fato, não nos será fácil aceitar que Hitler escapou de Berlim e veio a falecer nos Trópicos, aos 81 anos, no dia 5 de fevereiro de 1971. Ainda mais que se encontra enterrado embaixo de um hotel alemão no Paraguai.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “O Homem Que Enterrou Hitler”, de Gama Aldo, publicado pela editora Editora Contracorrente, em 2021 e com 211 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: Editora Contracorrente
Páginas: 211
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6588470894
ISBN13: 9786588470893
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Contracorrente costumam oferecer uma leitura densa e reflexiva, com foco em temas jurídicos, sociais e políticos que dialogam diretamente com a realidade brasileira e latino-americana. O catálogo privilegia obras que articulam crítica e teoria, como análises aprofundadas sobre corrupção, direito público, democracia e responsabilidade civil, além de textos que exploram questões culturais e históricas, como o papel das mulheres na história do Brasil. A linguagem varia entre o técnico e o acessível, mas mantém um tom sério e fundamentado, muitas vezes com contribuições de especialistas e abordagens interdisciplinares. Há também espaço para obras que combinam poesia e ensaio, ampliando o espectro para leituras mais sensoriais e afetivas.
