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O Homem Que Era Quinta-feira

Título: O Homem Que Era Quinta-feira

Autor: G. K. Chesterton

Sinopse: O Homem que foi quinta-feira, de G. K. Chesterton, pode ser classificado como uma narrativa policialesca fictícia repleta de alegorias que refletem/criticam o mundo real e moderno e que, ao mesmo tempo, está recheada de referências ao universo ideológico e espiritual. O primeiro personagem relevante a aparecer é Lucian Gregory, um poeta excêntrico, anarquista em sentido lato (da arte à política), propagandista da subversão, ícone da mentalidade revolucionária. Depois aparece Gabriel Syme, um detetive disfarçado de poeta, que antagoniza Gregory. Gregory revela fazer parte de um grupo anárquico, composto por sete membros eleitos pelas células anarquistas locais. Cada um destes membros recebe o codinome de um dia da semana. Este grupo quer “abolir Deus” , acabar com todas as “arbitrárias distinções” entre vício e virtude, honra e traição, direitos e injustiças; trata-se de um anarquismo igualitarista profundamente radical e que visa destruir os fundamentos mais basilares da ordem constituída. O líder do grupo anarquista recebe o codinome de “Domingo”. Gregory leva Syme a uma reunião de sua célula anarquista, onde Gregory provavelmente seria eleito o “Quinta-feira”. Na reunião, Syme propõe-se como candidato e acaba eleito para ser o “Quinta”, sem que suspeitem que ele é um policial disfarçado. Chesterton descreve as peculiaridades bizarras dos novos “camaradas” de Syme, sempre fazendo com que suas aparências sejam medonhas em algum sentido. O Domingo, sobretudo, além de ser um homem de proporções físicas anormalmente grandes, parece a Syme um sujeito excessivamente poderoso, sagaz e capaz de crueldades inimagináveis. Entre muitas reviravoltas, Domingo faz uma revelação que deixa o Conselho atônito. E os desafia, afirmando que eles nunca poderão entendê-lo. Domingo afirma-se como o indecifrável, um enigma que está além da essência das coisas visíveis, alguém que os sábios, poetas e filósofos têm procurado, em vão, decifrar; um ser inefável, apofático, tão além da compreensão dos homens que, dele, nada se poderia falar.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Homem Que Era Quinta-feira”, de G. K. Chesterton, publicado pela editora Sociedade Chesterton Brasil, em 2019 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Sociedade Chesterton Brasil

Páginas: 224

Ano: 2019

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13: 9788549300256

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de G. K. Chesterton traz um encontro entre o pensamento agudo e a imaginação vívida, onde o ritmo ora é rápido e envolvente, ora se detém em reflexões filosóficas e espirituais. Sua prosa combina humor sutil e ironia, com uma tensão que nasce da contradição entre o ordinário e o extraordinário, especialmente nas histórias do Padre Brown, que usa a empatia para desvendar a complexidade humana. Em outras obras, o foco é mais denso e crítico, explorando temas como fé, moralidade e a natureza da crença, com um tom que mistura leveza e seriedade. A experiência de leitura oscila entre o prazer da narrativa envolvente e o convite à reflexão profunda, sempre com personagens que desafiam as expectativas e situações que revelam paradoxos.

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