
Título: O Homem que Morreu
Autor: D. H. Lawrence
Sinopse: Romancista, contista, poeta, ensaísta e pintor, D.H. Lawrence é uma das grandes figuras literárias do século XX. «O Homem Que Morreu» foi a sua última novela, publicada menos de um ano antes da sua morte. Nela, Lawrence reescreve a ressurreição de Cristo e dos seus dias finais na Terra quando, depois de terminada a sua missão espiritual, se encontra livre para viver como um homem comum. Lawrence narra a viagem de Cristo até ao sul do Egipto, onde este conhece uma sacerdotisa do templo de Ísis, caracterizando, com realismo profano, a relação sexual entre ambos. Como afirma Aníbal Fernandes, tradutor do livro, «Se houver acerto nesta associação malévola, verdade é que a novela se insiste como glosa de uma ideia central na sua obra [...]: o sol perseguidor dos prazeres do corpo, o despertar dos sentidos a implicar aceitação de um paganismo atento ao ciclo das estações, amortecido no Inverno e triunfador com os anúncios da Primavera.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Homem que Morreu”, de D. H. Lawrence, publicado pela editora Paulus, em 2004 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulus
Páginas: 96
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9723709104
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Paulus convidam o leitor a um encontro profundo com temas ligados à espiritualidade, à reflexão teológica e à formação humana em suas múltiplas dimensões. A experiência de leitura costuma alternar entre textos densos, como tratados filosóficos e teológicos, e obras que buscam uma linguagem acessível para públicos variados, incluindo crianças e jovens. O ritmo das obras varia: há narrativas que exploram a poesia e a literatura infantil com leveza e brincadeira, enquanto outras apresentam reflexões rigorosas sobre conceitos como a comunicação, a ética e a fé. O catálogo sugere um diálogo entre tradição e contemporaneidade, com obras que trazem desde a exegese bíblica até relatos em quadrinhos e memórias que dialogam com a cultura popular.
