
Título: O homem que passeia
Autor: Taniguchi Jiro
Sinopse: Com desenhos de Taniguchi “O homem que passeia” é formado por oito passeios de um mesmo homem por sua cidade japonesa. O quinto passeio, “Os pepinos amargos no meio da noite”, é bem emblemático da maneira taniguchiana de pensar a (ou passear pela) vida. Começa com uma visita à casa de um amigo, que termina às 3 da madrugada. Nosso querido passeador resolve voltar para casa a pé, caminhada que levará uma hora e quinze minutos. Há algum suspense no ar: pepinos amargos e a travessia de ruas desertas. Mas nada de ruim acontece. Apenas reflexões ambulantes sobre a cidade que dorme e o amigo que acaba de se separar da mulher. Tudo menos dramático que o som do mergulho de uma rã ou o movimento sutil do pousar de uma borboleta em haiku mais que perfeito e tranquilo. Essas qualidades de Taniguchi, mais sua sensibilidade diante daquilo que existe de poesia na banalidade do cotidiano (tanto na natureza quanto na cidade), já produziram uma legião de admiradores para sua obra, como o cineasta belga Sam Garbarski, que levou para as telas – em 2010 – um de seus mangás, Bairro Distante.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “O homem que passeia”, de Taniguchi Jiro, publicado pela editora Devir Livraria, em 2017 e com 244 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Devir Livraria
Páginas: 244
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857532666X
ISBN13: 9788575326664
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,470
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Devir Livraria conduzem o leitor por narrativas que transitam entre aventuras históricas, universos fantásticos e tramas de suspense com ritmo intenso. O catálogo apresenta obras que mesclam o épico e o contemporâneo, com histórias que vão desde expedições no Brasil colonial até conflitos em cenários urbanos e futuristas. A linguagem varia entre o visual das graphic novels e o texto denso, com personagens que enfrentam dilemas humanos profundos e conflitos sobrenaturais. Há obras que exploram desde a ação e o mistério até a introspecção e o cotidiano, sempre com um tom que privilegia a construção de atmosferas envolventes e, por vezes, sombrias.
