
Título: O homem renascentista
Autor: Eugenio Garin
Sinopse: "O homem é a medida de todas as coisas." Esta é a frase-chave do Renascimento. Movimento iniciado nas cidades-estado italianas em meados do século XIV, cedo se espalhou pela Europa, ultrapassando diferenças regionais e criando um sentimento de unidade. Após uma Idade Média voltada para a contemplação do divina, o Renascimento traz um novo redimensionamento do mundo ao revalorizar o homem e as suas capacidades, como antes os gregos e os romanos haviam feito. Eugenio Garin e os seus colaboradores focam o homem renascentista na sua vivência política, religiosa, socio-económica e cultural; o filósofo e o mago; o mercador e o banqueiro; o artista, a mulher; os viajantes e os indígenas. Uma obra coordenada por Eugenio Garin da Scuola Normale Superiore di Pisa, profundo conhecedor do Renascimento, tendo dedicado a sua vida ao estudo desta época da História.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O homem renascentista”, de Eugenio Garin, publicado pela editora Presença, em 1991 e com 257 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Presença
Páginas: 257
Ano: 1991
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9789722313551
Sobre a editora
Os livros da editora Presença convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram tanto conflitos íntimos quanto grandes panoramas históricos e sociais. O catálogo revela obras que transitam entre a ficção contemporânea, marcada por personagens em busca de autoconhecimento e relações complexas, e títulos que abordam períodos históricos ou culturais com linguagem acessível e detalhada. Há um equilíbrio perceptível entre histórias mais narrativas, que focam no desenvolvimento emocional e psicológico, e outras que adotam um tom mais informativo e didático, como ensaios sobre arte, filosofia e história. O tom das obras varia do humor sutil ao drama profundo, frequentemente com ritmo que privilegia a reflexão e a construção cuidadosa dos ambientes e personagens.
