
Título: O homem vermelho
Autor: Domingos Pellegrini
Sinopse: A coletânea de contos O Homem Vermelho, de Domingos Pellegrini, foi agraciada com o prêmio Jabuti em 1977 e atraiu o aplauso unânime da crítica na época. O conto era utilizado não só como instrumento literário, mas também político. Pellegrini militava nessas duas frentes. O título O Homem Vermelho remetia ao militante comunista, funcionando como senha de acesso à obra. Trinta anos depois, a reedição deste livro continua atual, como um clássico contemporâneo da literatura brasileira. Do caráter comunista do texto sobrou a opção por formas simples, pelo realismo da linguagem, por um encanto pelo trabalho e pela terra, pelas histórias de peões e violeiros. Mas também podem-se perceber notáveis diferenças nos títulos nas frases e até nas finalizações de relatos. Assim, embora seja uma reedição, O Homem Vermelho é quase uma nova edição, que nos apresenta o grande contista com o vigor da juventude e a serenidade da madureza.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O homem vermelho”, de Domingos Pellegrini, publicado pela editora Círculo do Livro, em 1977 e com 205 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Círculo do Livro
Páginas: 205
Ano: 1977
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Círculo do Livro costumam explorar narrativas que transitam entre o romance histórico e o drama humano, frequentemente ambientados em contextos marcados por conflitos sociais ou políticos. A experiência de leitura é marcada por personagens complexos e enredos que misturam tensão, paixão e dilemas morais, com uma linguagem que pode variar do lírico ao direto, dependendo do tom da obra. O catálogo sugere uma atenção especial a histórias que envolvem intrigas, revoluções, e questões de identidade cultural, mas também inclui obras com abordagem mais reflexiva e analítica, como relatos históricos e ensaios. Há uma convivência entre textos mais narrativos e outros que se aproximam do documentário ou do estudo, o que amplia o espectro para leitores que buscam tanto entretenimento quanto reflexão.
