
Título: O Humanidrom: 21º Ciclo: Os Cantaros
Autor: H. G. Francis
Sinopse: Os galácticos que, junto com Perry Rhodan, voltaram do universo moribundo Tarkan em direção ao seu lar, ficaram retidos, devido aos efeitos de um campo de estase, por quase sete séculos um período de tempo que os transformaria, inevitavelmente, em estranhos nas suas respectivas pátrias. Isso já é difícil o suficiente para se lidar. Mas muito mais difícil do que não se estar, como seria de esperar, no ano 448 NCG, mas sim no ano 1143 NCG, é o fato de que a Via Láctea está completamente isolada, por meio de uma barreira, do resto do Universo. Muitos astronautas que tentaram superar essa barreira ao longo do tempo falharam miseravelmente e não é diferente com nossos repatriados de Tarkan. Perry Rhodan e Cia. têm com razão, depois de seu encontro com Roi Danton e os livres-mercadores, a captura de um cantaro e do emprego do conversor de pulso, que foi projetado por Waringer, todos os motivos para enfrentar mais uma vez a chamada Barreira de Cronopulsos, que os separa da pátria. No entanto, antes que este empreendimento arriscado aconteça, precisamos vislumbrar os eventos ocorridos na isolada Via Láctea do século 9 NCG, mais precisamente, no sistema Scarfaaru. Lá, os habitantes do planeta Lokvorth estão preocupados com a implantação do projeto do milênio eles constroem O HUMANIDROM...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Humanidrom: 21º Ciclo: Os Cantaros”, de H. G. Francis, publicado pela editora Projeto Traduções, em 2015 e com 97 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Projeto Traduções
Páginas: 97
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 3845314303
ISBN13: 9783845314303
Sobre a editora
Os livros da editora Projeto Traduções conduzem o leitor a vastas narrativas de ficção científica espacial, onde a exploração galáctica e os conflitos interplanetários são pano de fundo para dramas humanos e cósmicos. A experiência de leitura é marcada por uma densidade narrativa que mistura ação, intrigas políticas e mistérios tecnológicos, com personagens que transitam entre a esperança e a ameaça constante. O tom costuma ser sério e tenso, com ritmo que alterna entre momentos de investigação e batalhas épicas. As sinopses sugerem um foco em universos complexos, onde a sobrevivência da humanidade e a busca por imortalidade ou poder se entrelaçam. Navegar pelo catálogo exige atenção a tramas que envolvem desde superinteligências e mutantes até alianças e guerras estelares.
