
Título: O Idiota que Eu Quero
Autor: Lana Silva
Sinopse: Dylan Spencer é o capitão do time de basquete, virgem e o mais centrado e desejado do famoso quarteto Estrelas do Alabama. Ele é o que todas as garotas querem, atraente, brilhante e atencioso, menos a garota que ele está apaixonado. Para Kim, a líder das Cheerleaders, ele é apenas um amigo, porém Dylan está disposto a fazer qualquer coisa para mudar essa situação, inclusive aceitar a ajuda da irmã mais nova do seu melhor amigo. Tessa Dawson é caloura da Universidade do Alabama, irmã caçula do famoso jogador de beisebol e nova moradora da casa ocupada por três dos quatro jogadores mais famosos da Universidade. Tessa é a garota extrovertida, animada e que ama um desafio, propor para o melhor amigo do irmão ajudá-lo a conquistar uma garota é a ideia perfeita, afinal o que pode dar errado? Dylan e Tessa estão prestes a descobrir que tudo pode dar errado, principalmente quando a aproximação entre os dois gera corações acelerados e uma paixão real e verdadeira.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Idiota que Eu Quero”, de Lana Silva, publicado pela editora Indepedente, em 2023 e com 334 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Indepedente
Páginas: 334
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Indepedente trazem uma diversidade que se destaca pela presença marcante de quadrinhos autorais, contos e narrativas que exploram emoções intensas e conflitos pessoais. O catálogo sugere um interesse por histórias que transitam entre o humor e o drama, muitas vezes focando em personagens que enfrentam desafios internos, como relações familiares complexas, amores difíceis e buscas por identidade. Entre esses relatos, há obras que misturam fantasia e suspense com uma linguagem acessível, além de publicações que dialogam com temas sociais contemporâneos, como a representatividade LGBTQ+. A leitura costuma alternar entre ritmos mais dinâmicos, típicos das HQs, e textos com tom mais reflexivo e intimista, que convidam à empatia e à reflexão.
