
Título: O Imbecil Coletivo I
Autor: Olavo de Carvalho
Sinopse: "O Imbecil Coletivo" encerra a trilogia iniciada com "A Nova Era e a Revolução Cultural (1994) e prosseguida com "O Jardim das Aflições" (1995). Cada um dos três livros pode ser compreendido sem os outros dois. Mas difícil é, por um só deles, captar o fundo do pensamento que orienta a trilogia inteira. A função de "O Imbecil Coletivo" na coleção é bastante explícita e foi declarada no prefácio - descrever, mediante exemplos, a extensão e a gravidade de um estado de coisas - atual e brasileiro - do qual a nova era dera o alarme e cuja precisa localização no conjunto da evolução das ideias no mundo fora diagnosticada em "O Jardim das Aflições". O imbecil coletivo não é, de fato, a mera soma de um certo número de imbecis individuais. É, ao contrário, uma coletividade de pessoas de inteligência normal ou mesmo superior que se reúnem movidas pelo desejo comum de imbecilizar-se umas as outras. Se é desejo consciente ou inconsciente não vem ao caso: o que importa é que o objetivo geralmente é alcançado.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Imbecil Coletivo I”, de Olavo de Carvalho, publicado pela editora É Realizações, em 1996 e com 632 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: É Realizações
Páginas: 632
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8588062321
ISBN13: 9788588062320
Sobre a editora
Os livros da editora É realizações convidam o leitor a um percurso que combina reflexão filosófica, teológica e literária, com atenção a temas como espiritualidade, política, cultura e linguagem. A experiência de leitura costuma ser densa, com textos que dialogam com tradições intelectuais complexas e que exploram desde a relação entre filosofia e literatura até a análise crítica de questões sociais e existenciais. O catálogo apresenta obras que mesclam abordagens conceituais rigorosas e narrativas de formação pessoal, oferecendo tanto ensaios aprofundados quanto relatos autobiográficos e estudos históricos. O tom varia entre o analítico e o meditativo, com frequência marcado por um ritmo que exige atenção e envolvimento crítico.
